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Impasse deixa concurso da PRF sem definição

Publicado em 27 de maio de 2014 por - 178 Comentários

PRFUm impasse entre a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e a Fundação Professor Carlos Augusto Bittencourt (Funcab) – empresa responsável pela realização do concurso, está tirando o sono dos mais de 250 mil candidatos as 216 vagas de agente administrativo da PRF. O concurso, que teve provas aplicadas no último domingo (25), segue sem definição.

O gabarito oficial que estava previsto para ser divulgado às 12 horas desta terça-feira (26) não foi publicado no site da Funcab. Um comunicado foi publicado por volta das 22 horas contendo a informação de que o gabarito não seria divulgado por solicitação da Comissão Nacional do Concurso para Agente Administrativo PRF-2014.

Não houve ainda um informe oficial sobre cancelamento ou anulação das provas aplicadas. No entanto, a PRF informou, em seu site, que a Funcab protocolou documentos sobre o incidente ocorrido em Campo Grande/MS e que os mesmos estão em análise da PRF e Consultoria Jurídica do Ministério da Justiça e em razão disso as outras etapas previstas em edital estão suspensas até que se tenha um posicionamento definitivo.

O impasse começou com uma falha denunciada por 415 candidatos que ficaram sem provas em Campo Grande/MS. Desde então, muitos candidatos estão relatando problemas de segurança e fiscalização na aplicação das provas, inclusive pelo Blog Aprova Concursos.


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178 comentários

  • dayane

    Em verdade, a instituição responsável pela execução da prova e pela idoneidade de todas suas etapas falhou gravemente, fato este que não pode de forma alguma ser tolerado.A tolerãncia de tal ato demonstraria a falibilidade dos concursos e a anuência com a possibilidade de fraudes.Ademais, é inadmissível que candidatos tenham ficado sem a prova, que provas tenham sido conduzidas por táxi e ainda assim, o MPF e órgãos responsáveis pela análise dos fatos estejam tão morosos em fornecer uma resposta eficaz a essas irregularidades, que sem dúvida, a melhor resposta é a anulação.Impossível ser conivente com esse escândalo, mas concordo com os que postaram que a anulação deve gerar o direito de fazer a prova apenas para aqueles que a fizeram no período de sua realização e deve também contar com um lapso temporal e com a condição de suaremarcaçao nao chocar com nenhum outro concurso que virá, pois os candidatos jamais podem ser prejudicados por esse escândalo, causado unica e exclusivamente pela desorganização da instituição.

  • THIAGO

    TA BOM! As provas que sumiram não foram parar nas mãos de candidatos do Brasil todo com gabarito pronto e tudo não, sejamos realistas estamos no Brasil… Pior é que tem gente não querendo anulação, ou receberam uma dessa provas ou são uns imbecis, pois mesmo que tenham ido bem tirando um 9,9, quem teve acesso a prova vai tirar dez e esse também ficará fora…. ACREDITAR QUE NÃO HOUVE FRAUDE É ACREDITAR EM PAPAI NOEL…

  • Darlan

    Aqueles que estão usando o princípio da igualdade material deveriam aplicar ela de uma forma mais racional… diante dos fatos esdrúxulos aqui citados percebe-se que a anulação da etapa seria a melhor escolha. Seria bom até mudar a banca, mas eu acho isso difícil.

    A igualdade material diz: tratar iguais com igualdade e os desiguais com desigualdade, NA MEDIDA DAS SUAS DESIGUALDADES. TALVEZ (eu sou apenas concurseiro) essa parte que eu destaquei no conceito esteja contemplando essas falhas de seguranças e desorganização.

    Imagine que diante de tantas falhas a banca tome consciência das suas falhas e passe aplicar com mais rigor a segurança e organização das provas! Eu li um advogado defendendo a posição de aplicar somente para as 415 pessoas através da igualdade material. Será que ele considerou esses erros de segurança? Obviamente deve outros erros que justifiquem a anulação.

    Acho que o caso tem que ser pensado cuidadosamente e somente uma pessoa que entende realmente dos direitos fundamentais, aqueles que interpretam tomem uma decisão definitiva.

    Eu percebi o erro de posicionamento dos candidatos na prova. Eu fui selecionado para fazer a prova R. Eu observei que os candidatos estavam escolhendo suas cadeiras e que inclusive dois “Rs” estavam do meu lado. Eu tive que sair daquela cadeira porque a situação me incomodava…

    Como fica aqueles que diante de tantos absurdos de desorganização fizeram suas provas? Mesmo aqueles que fizeram boas provas deveriam refletir sobre isso. Eu fiz uma prova razoável com boa pontuação na maioria principalmente DC, Arquivologia e PT (quase fechei todas). fui malem informática e adm (eu não tive tempo de revisar nenhuma das duas) Eu tinha me concentrado mais em DC, DA, PT e nas legislações.

    Eu estou estudando mesmo assim (corrigindo minhas falhas). Esse erro da banca acabou sendo um feedback para mim. Entretanto, eu estou esperando que a prova venha muito mais difícil. Eu tive uma experiência aqui de etapa objetiva refeita. A prova estava muito complicada e difícil de entender, com questões confusas e cansativas (textos longos). A banca não era reconhecida.

  • Darlan

    Como diria nosso grande filósofo contemporâneo, Compadre Washington, para esse advogado que colocou o princípio da igualdade material ao pé da letra: SABE DE NADA INOCENTE!

  • Joelma Cardoso

    Eu me decepcionei com essa Banca, a organização péssima, segurança zero, as pessoas entravam na sala com o celular em mãos, a gente escolhia o lugar para sentar e podia mudar quantos vezes quisesse, o celular de um dos ficais ficava tocando depois que a prova havia começado. Sinceramente, prefiro que seja anulada.

  • Darlan

    Seria uma falta de respeito aos candidatos se esse concurso fosse aplicado somente para as 415 pessoas.
    Como eu tinha comentado o concurso será aplicado com muito mais rigor e organização. Quem garante que a nova prova seja do mesmo nível? Quem vai medir isso? muito subjetiva essa questão…

    Entretanto, A etapa objetiva do restante foi marcada por desorganização, erros grotescos e possivelmente gente de má-fé desobedecendo às regras do edital devido a falha dos funcionários.

    Enfim, acho que o contexto deve ser analisado.

  • Isabela

    Lamento muito o ocorrido, pois é muito chato o candidato ter que refazer a prova. Já aconteceu comigo e como disse uma pessoa aqui no site, a segunda prova vem pior que a primeira.

    A prova deve ser aplicada somente em Mato Grosso, pois o ocorrido lá não afeta quem fez na Bahia, Sergipe, Piauí, Rio de Janeiro.

    Lamento muito pelos 415 prejudicados, mas vou lamentar mais ainda se eu, que nada tenho a ver com a desorganização da FUNCAB, ter que refazer esta prova.

    Isso é que dá não contratar a CESPE.

  • Eliana

    Quanta demora do MP em dizer se houve sumiço ou atraso destas provas. Poxa, quem estudou muito e pela correção do Aprova vai pontuar bem, como fica? É uma lástima isso. O problema de anulação em concurso está ficando recorrente. É bom o STF criar uma súmula vinculante sobre o assunto, para nós candidatos não ficarmos angustiados, perdendo o sono e muito tristes com toda essa desorganização!!!!!!!!!!!!!!!!!

  • Neusa

    Tbém concordo na minha sala (FMU) – SP Vl.Mariana – tivemos candidato com caderno estudando antes de iniciar a prova. No edital está claro, após adentar a sala de aplicação da prova, não poderá ser usado mais nenhuma tp de matl correspondente a prova. Além é claro de celulares sem serem lacrados, mochilas, enfim vários fatos que desaprovam a aplicação.
    Não se deve ir contra os direitos de todos os candidatos que, se dedicaram, indo ou não bem no concurso citado. Oportunidades para todos…como somente os 415 poderão refazer uma prova, que muitos e até os próprios já tiveram acesso, mesmo não no dia?!! Ficamos como?!!

  • Jéssica

    Concordo que seja refeita a prova!

  • Vanessa

    É uma molecagem mesmo…. a prova foi cancelada e apenas os 415 candidatos vão refazer a prova…
    Com mais tempo para estudar;
    Quem garante que a prova vai ser do mesmo nível;
    Já conhece como a banca irá cobrar as questões;
    Cadê os benditos princípios
    BAGUNÇA TOTAL…
    Alguém sabe qual meio para tentar reverter essa situação???? Pois a prova deve ser refeita por TODOS!!!!

  • ALEX SANDRO

    MINHA GENTE DE TODOS OS CONCURSOS QUE EU CONCORRIR ESTE FOI O PIOR
    POIS FOI CITADO ACIMA,OS FISCAIS NÃO SABIAM DE NADA,CHEGUEI EM CASA COMENTANDO QUE ESSA BANCA (FUNCAB)É TOTALMENTE DESORGANIZADA NUNCA VI IGUAL.
    O CESP PODE ATÉ SER CHEIO DE FRESCURA MAS PREFIRO O CESPIZNINHO.
    É PRECISO SER CANCELADO ESSE CERTAMNE.

  • ARMINIO ARTUR DE CARVALHO

    Se todos os candidatos do maldito Bloco E da porra daquele colégio do MT Estivessem concorrendo para o mesmo local aí tudo bem. Agora, com certeza, tem gente de lá concorrendo para outros locais e terão mais tempo para estudar e por mais que a BANCA QUEIRA – Nunca vai saí uma prova com o mesmo grau de dificuldade(ISSO É IMPOSSÍVEL). No mínimo a banca terá de fazer uma NOVA PROVA para todos os candidatos DAS LOCALIDADES em que haja algum concorrente que irá fazer essa nova prova. SE LIGA MINISTÉRIO PÚBLICO.

  • Marcio

    Olha pelo que vejo, esse concurso todos estamos sendo preojudicados, mesmo os que já conferiram o gabarito e tiveram boa pontuação, pois eu também tive.
    Mas o problema é que esses que vão fazer em nova data tem muito mais tempo pra estudo doque os demais que fizeram, além do fato de essas provas desaparecidas terem sido comecializadas pra outros estados.
    Imagina se por exemplo você tenha acertado das 60 questões, umas, 45 ou 50, com seus esforços estudando honestamente, ai vem um que por ventura tenha tomado posse de uma dessas provas vai estudar com a prova não é verdade.
    Então concluindo, imagina qual seria a magem de acerto dele?
    O mais correto quer queira quer não é refazer a prova a todos.

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