Concurso TJ PRO Ministério Público do Paraná (MP-PR) está investigando as denúncias de irregularidades no concurso público para o cargo de técnico judiciário do Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR), realizado no último domingo (18). Uma possível irregularidade é a violação dos envelopes das provas para deficientes auditivos. Além disso, uma professora de curso preparatório que não teve o nome divulgado teria trabalhado como fiscal de prova durante o processo seletivo.

Segundo o jornal Gazeta do Povo, um dos candidatos, que tem deficiência auditiva, constatou que, em uma sala do Campus Agrárias da Universidade Federal do Paraná (UFPR), um dos locais de aplicação da prova, o envelope com as provas já estava aberto, quando deveria estar lacrado. As provas estavam sobre a mesa dos fiscais, contrariando as próprias instruções iniciais da avaliação, que informavam que dois candidatos deveriam acompanhar a abertura dos envelopes. O candidato registrou Boletim de Ocorrência e procurou o MP-PR.

A UFPR, que foi a responsável pela elaboração da prova e pela posterior aplicação da avaliação, informou o jornal Gazeta do Povo por meio da assessoria de comunicação que as provas foram abertas pelos inspetores do campus, mas foram encaminhadas já sem o envelope lacrado para as demais salas, a fim de agilizar o processo. Ainda segundo a universidade, o que levou a esse procedimento foi o fato de as inscrições dos candidatos, feitas pelo TJ-PR, terem sido entregues com atraso ao Núcleo de Concursos, o que impossibilitou a alocação desses candidatos de forma adequada.

O problema tem repercutido bastante em um fóruns online e nas redes sociais.

 

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