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Cresce busca pela Educação a Distância (Tribuna da Bahia)

Publicado em 20 de janeiro de 2011 por - Comentar

Dados da Associação Nacional de Proteção e Apoio aos Concursos revelam que cerca de 30 milhões de pessoas se interessam por concursos públicos no Brasil, mas somente 50% efetivam inscrições. A previsão para o número de vagas disponibilizadas em concursos públicos em 2011 deve chegar a 250 mil, nas três esferas (federal, estadual e municipal).

Na Bahia, há previsão de que só neste ano devem ser abertas mais de 20,5 mil vagas no Estado. São instituições como Banco do Brasil, Banco do Nordeste, Caixa Econômica Federal, Defensoria Pública da Bahia, Defensoria Pública da União, Correios, Fundação Oswaldo Cruz, INCRA, INSS bastante procurados por aqueles ávidos por encontrar no emprego público a tão sonhada estabilidade.

Pensando no filão, empresas especializadas no ensino a distância estão oferecendo cursos para aqueles que querem se candidatar à vaga de servidor, mas por falta de tempo ou muitas vezes ausência de instituições de ensino especializadas – como no caso de muitas cidades no interior do estado, estão optando por aulas on line.

Além de cursos de línguas e de formação da mão de obra, uma nova vertente são as ofertas de cursos para concursos públicos. Segundo o gerente de marketing de uma empresa especializada em cursos a distância, Bruno Branco, entre os diferenciais que pesam na opção das pessoas no ensino a distância estão elencadas questões associadas a flexibilidade, economia de tempo, comodidade, preço e possibilidade de repetição das aulas.

“As videoaulas têm uma qualidade pedagógica por contar com professores renomados aliada a recursos audiovisuais que ditam mais ritmo ao aprendizado. É mais simples, rápido e eficiente estudar online por videoaulas”, comentou o gerente de Marketing.

Para ele, o modelo atual de educação implantado no país é elitista e focado na dependência de grandes centros para a promoção do ensino, fazendo com que a educação a distância possibilite uma democratização do ensino. “Cerca de 70% dos municípios brasileiros não possuem uma única instituição de ensino superior”, explicou Bruno Brnaco.

” A questão geográfica e o deslocamento também podem representar empecilhos ao estudante bem como os valores cobrados pelos cursos de educação presencial. Não adianta dispor de educação se não consegue pagar. A tecnologia tem favorecido aqueles que, de certa forma, estão excluídos oferecendo educação a preços mais acessíveis”, explicou.

Aumento na demanda

Segundo a Relação Anual de Informações Sociais (Rais) 2009, entre 2003 e 2008 o número total de trabalhadores  nos setores Federal, Estadual e Municipal – passou de 7,2 milhões para 8,7 milhões. A remuneração média do servidor brasileiro cresceu 30,3% neste período, saltando de R$ 1.655 para R$ 2.158.  Para quem almeja o passaporte de entrada no funcionalismo, o computador é uma ferramenta útil e a internet se mostra eficaz parceira no aprendizado.

Bruno Branco diz que um dos focos do ensino a distância está centrado nos valores. “Há cursos disponíveis no mercado a partir de R$ 30”, frisou.

“Como no ensino a distância se trabalha com larga escala – ou seja, após a gravação em estúdio, o material é copiado e serve a milhares de pessoas em todo o país, o que permite trabalhar com conteúdo de qualidade a preços bem acessíveis, sendo ele distribuído para qualquer lugar”, explica. (A.N.)

Fonte: Tribuna da Bahia


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